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Agências reforçam divulgação sobre a carteira de trabalho digital

Desde 13 de dezembro, caderninho azul não é mais emitido em todo o país. Trabalhador pode cadastrar o documento eletrônico por aplicativo de celular ou computador

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Agências reforçam divulgação sobre a carteira de trabalho digital

Há pouco mais de um mês, a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) deixou de ser emitida nas agências da FGTAS/Sine de todo o Rio Grande do Sul. Mesmo assim, ainda chama a atenção o número de pessoas que procuram os estabelecimentos para solicitar o tradicional caderninho azul.
O documento foi substituído pela carteira de trabalho digital, iniciativa prevista na Lei de Liberdade Econômica, que está em vigor desde setembro do ano passado. A medida, adotada pelo governo federal, visa facilitar a contratação de novos empregados por parte das empresas.
Na agência de Lajeado, conforme a coordenadora, Jéssica Krämer, muitas pessoas ainda se dirigem ao local com o objetivo de emitir a velha carteira. “A procura continua, pois a mudança foi muito rápida. Nós, da agência, procuramos sempre informar os trabalhadores que nos procuram e tirar suas dúvidas”, explica.
Para ela, o documento digital torna o processo mais rápido e prático. “O trabalhador baixa o aplicativo, preenche os dados e já pode fazer uso da carteira, fornecendo ao empregador o número do CPF. Sendo assim, ele não precisa mais se deslocar até a agência para realizar a confecção”, ressalta Jéssica.
A Carteira de Trabalho e Previdência Social foi criada durante o governo de Getúlio Vargas, em 1932, como a carteira profissional para o trabalhador formal.
Material de divulgação
Com o intuito de facilitar a vida de trabalhadores, a agência do FGTAS/Sine preparou um material de divulgação. Ele é fornecido a todos que procuram o estabelecimento para esta finalidade. “Também explicamos como é feita a confecção da carteira digital”, salienta Jéssica.
A Carteira de Trabalho Física não está sendo confeccionada desde o dia 13 de dezembro. Ainda assim, a recomendação é de que o trabalhador que já tenha a carteira de papel, guarde-a, pois pode servir para conferir dados.
Além disso, os registros no papel continuam obrigatórios para empresas que ainda não utilizam o eSocial, como microempreendedores individuais e órgãos públicos e internacionais, que tem até abril de 2020 para se adequarem à CTPS digital.

Como fazer a carteira digital

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